CHUVA NO ALTAR

A chuva é quando me confesso. Nunca poderei me salvar num dia de sol, numa manhã esquartejada de azul. Como pedir desculpa com a luz me empurrando para a rua? A redenção surge com a chuva, os relâmpagos montando pandorgas nos morros. A chuva me transporta para casa, para as gavetas, para o abajur. Aos lugares mansos de mim. [Carpinejar]

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

A solidão mais funda.


Fonte: 
"A solidão mais funda". Itabuna: Mondrongo, 2016.
Instagram: @poesiapraque


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Como Anaylde Beiriz mulher afeita às paixões e aos afetos, cheia de sonhos. Como José Lins do Rêgo, amante da vida bucólica. Como Chico César, sempre em busca de poesia, de música e tentando enfeitar a vida com arte. Como toda paraibana de fibra, trago na bagagem sangue forte e mente fluida. | Cabedelo/João Pessoa - Paraíba - Brasil @halannacnn
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Meu altar

Um canto especial com pequenas coisas guardadas. Livros que não empresto por medo de perdê-los, mas que quero dividi-los mesmo assim. Poesia, música, vídeos, fotografias, recortes de jornal, parágrafos de redação, carta de amor, de alforria, bilhete em guardanapo de papel amassado... palavras ditas e ouvidas que nunca esqueci. Guardadas na memória e com direito a introdução, evidenciando os motivos, para que sejam imaculadas. Perdidas em algum lugar do passado e reunidas aqui. O que é bom dividimos com os amigos. Eis aqui a minha parte!

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